Os evangélicos foram os responsáveis pela queda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana. Nela, o filho de Jair Bolsonaro aparece com 38% das intenções de voto para presidente no segundo turno, ficando oito pontos atrás de Lula, com 44%.
Um recorte exclusivo que considerou a religião dos eleitores mostra que o filho de Jair Bolsonaro manteve em junho, no segundo turno, o mesmo percentual de votos entre os católicos que conseguiu obter em maio: 34%.